sábado, 14 de dezembro de 2013

Groupon e seus métodos medievais de entrega


Recentemente a Amazon anunciou o Amazon Prime Air, um serviço de entregas utilizando drones. Em contrapartida, o Groupon decidiu não ficar pra trás, também anunciando seu novo sistema de entregas baseado no uso de catapultas:


Metodologias medievais a parte, obviamente isso não passa de uma grande brincadeira por parte da empresa, tentando tirar sarro das ideias divulgadas pela concorrente.

Um iPad de escrever


Não que os demais iPads não sirvam para escrever, mas na mira do iTypewriter, você volta algumas décadas no tempo, transformando seu dispositivo em um velha máquina de escrever. O conceito foi criado pelo designer industrial Austin Yang, desenvolvendo um suporte no qual você posiciona seu iPad e começa a teclar:


Não preciso nem lembrar que o negócio é bem old school. Mas o principal problema ou quem sabe preocupação, são as pancadas que o dispositivo recebe na tela. Apesar de resistente, ficar martelando a tela do seu gadget enquanto digita um texto não é nem um pouco confortável, muito menos seguro.

Fonte: Infosfera

Um russo de duas telas

Não é muito comum esse tipo de lançamento surgir daqueles lados da Europa. Na verdade, os russos vivem na vidinha deles, assim como os chineses na deles e o restante do mundo faz a festa. Ironias a parte, a galera daquele lado tem um potencial tremendo, inclusive para desenvolver tecnologia móvel, está aí o YotaPhone para provar.

O Yota é um aparelho que traz um conceito inovador; duas telas de 4,3 polegadas. A diferença entre elas é que enquanto uma é LCD "tradicional" com 1280 x 720 pixels, a outra é composta pela tecnologia E Ink com 640 x 360 pixels, ficando ativa o tempo todo, característica possível devido ao baixo consumo de energia desse padrão. Esse display pode ser usado para consultar mensagens de texto ou atualizações de redes sociais, por exemplo. E é claro, para leitura de E-books, conceito popularizado pelo Kindle da Amazon.


Quanto as demais características do aparelho, nada mal para um modelo sem todo aquele glamour típico das outras fabricantes. O aparelho é equipado com um processador Snapdragon dual core de 1,7 GHz, 2 GB de memória RAM, 32 GB de espaço interno, 3G, Wi-Fi, Bluetooth 4.0, A-GPS e bateria de 1.800 mAh, recursos gerenciados por um Android 4.2.

Anunciado na MWC 2013, o aparelho foi lançado oficialmente no último dia 3 de dezembro, estando disponível apenas na Rússia (obviamente), Alemanha, Áustria, Espanha e França, custando € 499 euros. Não existe previsão para chegar no mercado americano, isso se chegar.

Fonte: Jornal NH e Meio Bit

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

domingo, 8 de dezembro de 2013

Livro de ficção aborda revolução, tecnologia e futuro do Brasil

Como será o mundo em 2030 ou em 2200? Você conhece algum livro de ficção científica escrito por algum brasileiro? Como você deve saber, este é um tema que não é explorado pelos escritores nacionais. Mas temos boas notícias: Rodrigo Gabriel, um escritor brasileiro, escreveu um romance polêmico chamado “Os Passos do Gigante, O Início da Revolução” que apresenta um universo paralelo para levá-lo a um futuro onde acontece uma revolução tecnológica e social de forma bem criativa e emocionante.


O livro aborda paralelamente dois períodos do futuro: O primeiro período se inicia em 2031 onde os personagens principais descartaram smartphones e tablets em troca de óculos inteligentes no dia a dia, desde para utilizarem mídias sociais, estudarem, se divertirem e trabalharem; inicialmente os protagonistas são jovens e estudam em uma escola voltada para a formação de líderes revolucionários. Com o tempo, iniciam um movimento para demolir o Congresso Nacional como um marco da luta contra a corrupção. O segundo período acontece em 2198, onde o mundo vivência o caos social e uma guerra épica da justiça contra a corrupção. Os personagens fazem viagens no tempo, lembrando o filme “De Volta para o Futuro”.

O autor atuou nas áreas de design, programação, análise de sistemas, usabilidade e marketing. Também liderou e participou de manifestações mencionadas tanto pelo programa CQC como pelo Estadão.
Para lançar o livro, o autor criou uma campanha de lançamento através do Catarse, um site de financiamento coletivo. Para quem quiser mais informações, fazer a reserva do livro e colaborar com o projeto, acesse o endereço: http://catarse.me/ospassosdogigante.

O conteúdo desse artigo foi enviado pelo leitor Rodrigo Gabriel para fins de divulgação.

Fucking vírus de computador


Já vou adiantando que o vídeo abaixo é bem tosco e eu não achei graça alguma. Mas vou compartilhar apenas porque lembrei do meu primeiro computador, um AMD K6 II, 64 MB de memória e HD de 4 GB. Eu já era homenzinho quando ganhei a bagaça. Tinha uns 11 anos. Um dia o negócio resolveu pegar uns vírus (provavelmente um disquete infectado) e minha "bocozidade" era tanta que comecei a chorar e fiquei sem ligar a máquina por dois meses pra não ser infectado também, arriscando perder o período de provas na escola.


Coisas sem sentido a parte, eu não lembro quem indicou esse vídeo, mas em todo o caso, vou colocar nas cotas do Jabel Fontoura.

Guerreiros da Interwebs


Ontem na penúltima aula do primeiro módulo do curso de administração de servidores Linux, começamos a discutir sobre serviços de rede e tudo o que agrega esse assunto. Toda vez que o papo puxa pra o lado dessas "paradas", como roteador, firewall, IP, DNS, protocolo TCP / IP, chegando até o modelo OSI, lembro de um épico vídeo que uma professora ainda do curso técnico passou pra nós, dedicando o entendimento das principais questões relacionadas ao funcionamento de uma rede. O vídeo é velho pacas, mas sem dúvida ajuda a galera que está iniciando:


Não esqueço também, durante uma dessas disciplinas de introdução a rede de computadores que a gente cursa no primeiro semestre na faculdade, quando encontrei a animação acima no meu pendrive, colocando pra rodar. O professor ouviu "Guerreiros da Internet" naquela voz grave, olhando assustado e pensando que era um daqueles tipos de filme que a mãe não pode ver, saca? Mas quando saiu a frase "IP pela paz", caiu a ficha nerd da cueca, acalmando os ânimos.

domingo, 1 de dezembro de 2013

Um aviãozinho de papel com controle remoto

Já pensou em dobrar o seu próprio aviãozinho de papel e sair controlando a bagaça usando um iPhone? Obviamente que um recurso a mais seria necessário, entrando em cena o PowerUp 3.0 Smart Module. Formado por um fio de fibra de carbono, resistente a impactos, servido por uma hélice e um leme acoplados em uma das pontas e na outra um módulo bluetooth, um "para-choque" e um pequeno motor elétrico. O composto possui alcance de 55 metros quando controlado pelo smartphone, sendo alimentado por uma bateria que pode aguentar 10 minutos de voo, recebendo carga através de uma interface micro USB.


O PowerUp 3.0 é um projeto do piloto, designer industrial e inventor nas horas vagas, Shai Goitein, e está disponível no Kickstarter para angariar fundos e partir para produção em longa escala. A criação de Goitein é resultado de 6 anos de pesquisa, entrando no site de financiamento colaborativo com a ideia de atingir o valor de US$ 50 mil dólares para iniciar a produção. No entanto, mais que US$ 335 mil dólares já foram garantidos desde que o projeto foi lançado no site, significando que muito em breve poderemos encontrar o modelo disponível pra venda.


Vale lembrar que até o momento, a aplicação que garante a interação entre o dispositivo e o bluetooth do smartphone está disponível apenas para iOS, mas a documentação do projeto garante que caso os fundos chegassem a US$ 150 mil dólares, uma versão para Android também seria desenvolvida, e diante dos resultados, a meta já foi cumprida.

É muito amor esse tal de Lulu

Nessa exato momento uma mulher pode estar negativando você no Lulu, apelando pra hashtags do tipo #NãoSabeApertarUmParafuso, #FeioArrumadinho, #MaisBaratoQuePaoNaChapa e #Mentiroso. Ou quem sabe falando bem, dependendo das suas atitudes na última vez que vocês saíram juntos, assim usando #AmorDasMaes, #RespeitaAsMulheres, #PorDoSolNaPraia e #EFelizTodoDia. Não adianta achar esquisito e reclamar, pois NÃO, você não autorizou essa avaliação, basta estar no Facebook que suas "exs", amigas das suas "exs" e amigas das amigas das suas "exs" vão avaliar as suas características, o que no final vai gerar uma nota. Mas não precisa sair por aí xingando o mundo, pois com um pouquinho de jeito, é possível pedir pra sair da brincadeira.

Tudo começou em uma conversa informal com as amigas logo após o Valentine´s Day, o Dia dos Namorados americano, celebrado em 14 de fevereiro, que a jamaicana Alexandra Chong percebeu a tensão demonstrada pelas amigas quando o assunto era "homens". A bonita não perdeu tempo, desenvolvendo o Lulu, aplicativo classificado como rede social para mulheres, a partir do qual as moças podem classificar os rapazes.


Sucesso nos EUA, uma versão "brazuka" foi lançada no dia 20 de novembro, recebendo mais de 5 milhões de adeptos apenas na primeira semana. Antes do lançamento oficial por aqui, o aplicativo foi testado durante 3 meses em universidades de São Paulo, período no qual as meninas realizaram mais de 50 mil avaliações utilizando o aplicativo.

Segundo a senhorita Chong, apesar de toda a repercussão, o aplicativo ainda não possui receita própria, acrescentando que fundos de investimento, inclusive brasileiros, já colocaram US$ 3,5 milhões de dólares na Luluvise Incorporation, empresa fundada para administrar o Lulu.

A empresa inclusive está contratando funcionários por aqui, pois pretende fundamentar mais um escritório, além da matriz nos EUA e do escritório sediado em Londres.

Com a chegada do aplicativo, um desencadeamento de controversas ocorreu. A maioria acha uma tremenda invasão de privacidade e alguns até já classificaram como bullying. Os mais "faca na bota" abriram processo contra a empresa, envolvendo também o Facebook, o provedor de todos os dados, solicitando indenização por danos morais.


E como em terras tupiniquins a galera não perde tempo pra faturar uma grana, uns malucos já trataram de criar o Lulufake, um "plus a mais" pra rede social, no qual os caras podem comprar boas avaliações no Lulu. Os preços variam de R$ 9,90 a R$ 49,90, podendo garantir hashtags como #SabeDasCoisas, #BemCriado e #MãosMagicas. Querendo ou não, assim como a maioria das redes sociais, o Lulu é uma ferramenta pra ajudar antes da "pegação", e o Lulufake, apesar de falcatrua, promete manipular esses resultados favorecendo o cliente.

Sinceramente pra mim não faz muita diferença meu perfil estar disponível pra avaliação ou não. Mas acho que só por segurança, vou dar uma passada lá e desabilitar a opção, afinal, a gente nunca sabe o dia de amanhã.

Fonte: Administradores, Estado de Minas, Info e Uol Tecnologia

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Instagram por todo lado

Provavelmente você já usou o Instagram alguma vez na vida. Se nunca usou, ao menos já ouviu falar e quem sabe até criou uma conta pra matar a curiosidade mas deixou a coitada abandonada. Se nunca usou e nunca ouviu falar, bom, aí é outra história.

A questão é que o Instagram está entre as redes sociais hypes do momento. A galera realmente parece curtir esse negócio de compartilhar fotos. Entre as pessoas que sigo, além das clássicas imagens de pratos de comida (muitas vezes "tagueadas" como #InstaFood), crianças ou animais de estimação em cenas "fofinhas", já peguei até gente publicando foto daquele momento mais pessoal quando você está fazendo suas "necessidades especiais", mas isso não vem ao caso.

Imagem: www.rachelsimmons.com

Pensando em descrever todas essas "sensações", o diretor francês Thomas Jullien  reuniu um apanhado de 852 fotos publicadas por diversos usuários, envolvendo situações do cotidiano e principalmente uma "volta ao mundo" registrando imagens de diversas regiões. Baseado no discurso "O Instagram é um inacreditável acervo contendo todos os tipos de imagens. Eu resolvi demonstrar o contexto dessa estrutura.", Jullien resumiu o vídeo abaixo utilizando o material coletado:

domingo, 24 de novembro de 2013

Depois da migração do protocolo do Skype

Teorias da conspiração a parte, principalmente essas envolvendo os escândalos relacionados a espionagem internacional, apenas uma "piadinha" sobre o que pode acontecer depois que a Microsoft migrar o protocolo de comunicação do Skype:


E aí, tudo bem pra você caso o tio Obama quiser dar uma lida nas suas mensagens?

Uma galera já usou o Winamp

É com pesares aos saudosistas que na última semana a AOL, detentora dos direitos autorais do Winamp, declarou o fim do popular player de música, queridinho da galera lá entre o fim da década de 1990 e início dos anos 2000. Em comunicado, a empresa divulgou a seguinte nota:

“Winamp.com e serviços web associados deixarão de estar disponíveis depois do dia 20 de dezembro de 2013. Além disso, os media players não estarão mais disponíveis para download. Por favor faça o download da última versão até esta data. Veja as notas de lançamento para conhecer as melhorias feitas na última versão. Obrigado por apoiar a comunidade Winamp nos últimos 15 anos.”


Desenvolvido pela dupla de universitários Justin Frankel e Dmitry Boldyrev em 1997, o Winamp pertenceu a Nullsoft, empresa fundada pelos colegas, até 1999 quando a America Online pagou US$ 80 milhões pela companhia, assim incorporando a divisão AOL Music.


No site do próprio Winamp ainda é possível encontrar a versão mais recente, a 5.66, além de suas variantes, como a versão Pro, Winamp para Mac ou Android. Mas como o aviso indica, no dia 20 de dezembro só sobrarão os links quebrados pra contar história, apesar que os sites especializados em download prometem conservar seus repositórios contendo os arquivos.


Logo após o anúncio virar notícia, rumores surgiram relatando um possível interesse da Microsoft em comprar o Winamp e o Shoutcast, plataforma de streaming de música também criada pela Nullsoft e adquirida pela AOL quando ocorreu a negociação entre as empresas. Nenhuma das partes confirmou a história, e todos apontam o TechCrunch como principal disseminador da fofoca.

A Microsoft tem investido suas fichas no Xbox Music, demonstrando unificação entre o console, e os sistemas operacionais Windows 8 e Windows Phone 8. Por parte da AOL seria interessante a consolidação do negócio, pois antes vender um serviço que descontinuar o mesmo. Muitos comentam sobre o interesse da empresa quanto a descontinuar o Shoutcast também, tornando a venda do "pacote" pra Microsoft mais uma vantagem.

Fonte: Adrenaline, Meio Bit e TechTudo

sábado, 23 de novembro de 2013

Porque o Google sabe como você gosta

Apenas uma daquelas piadinhas infames envolvendo rivalidades entre serviços na internet:


Mas cá entre nós, apesar dos pesares, o Google realmente entende seus usuários.

Fonte: 9GAG via Instagram

sábado, 16 de novembro de 2013

O que fazem 18 anos de Playstation

Que atire a primeira pedra quem nunca passou as madrugadas de sábado pra domingo grudado no bom e velho joystick de um Playstation. Independente de título ou geração do console, durante esses 18 anos desde o lançamento da primeira versão do Playstation, a Sony cativou uma imensa comunidade de jogadores espalhados pelo mundo, gente que sem dúvidas tem muita história pra contar.


Celebrando essa trajetória de sucesso, e ao mesmo tempo aproveitando para engajar o lançamento do PS4, no fim do mês passado a divisão da Sony para a Europa lançou uma ação em vídeo pra ilustrar um pouco dessa história:

"For The Players Since 1995" | "Para os Jogadores desde 1995"

No próximo sábado tem IV Festival de Software Livre

Se você já tem compromisso marcado, apenas desmarque! Invente qualquer desculpa pra sua patroa mesmo que tenha de colocar sua conta em risco. O importante é ninguém perder o VI Festival de Software Livre do Vale do Sinos, evento que vai ocorrer no próximo sábado (23/11/13 - 13h às 18h) na IENH em Novo Hamburgo / RS.

clique no banner para ampliar

A programação está repleta de coisas boas! Conteúdo de qualidade e bom humor, misturados com aquela pitada de código aberto que só o Software Livre VS sabe preparar.

O evento é gratuito e as inscrições serão realizadas no local.

Confira destalhes da programação clicando aqui e participe!

OPS.: O correro é "VI Festital de Sofware Livre do Vale do Sinos" e não "IV", conforme anunciado no título.